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Sinta Liga!
Escrito por Cacá Toledo às 00h48 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] O melhor do punk "...nós somos do tempo que se dirigia b bado sem cinto de segurança, do tempo que se transava sem camisinha e se tomava back com os amigos... Daniel ET, em oraç o profana, na abertura do último show dos Muzzarelas apresentado no Clube Inferno, S o Paulo. Escrito por Cacá Toledo às 12h06 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Esquecido eu? E praticando o timing de comédia, outro dia estava conversando com uma amiga no msn e ela me disse: "Peraí, já volto. Um cheque meu voltou". E eu: "Ah, ele deve ter esquecido a carteira.." Escrito por Cacá Toledo às 17h33 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Público de cachoeira Outro dia, conversando com a Ronalda no fim da balada, ela me lançou que n o tem gente mais feia que público de cachoeira. Bom, se parar pra pensar, é difícil discordar. Escrito por Cacá Toledo às 17h28 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] "Você é o que você ama e não o que ama você." Charlie Kaufman, em Adaptação Escrito por Cacá Toledo às 15h04 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] "Vai ter uma festa que eu vou dançar até o sapato pedir pra parar. Aí eu paro. Tiro o sapato. E danço o resto da vida..." Escrito por Cacá Toledo às 13h52 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Esclarecendo as regras Sobre o post abaixo, quem tiver alguma dúvida pode dar uma olhada na matéria da Folha Online que tá bem simples: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u321373.shtml
Escrito por Cacá Toledo às 22h17 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] As novas regras da língua portuguesa Usando esse espaço também como fórum, quero pedir a ajuda de voc s, principalmente dos leitores-blogueiros sobre o assunto "novas regras da língua portuguesa". Confesso que no ano passado, fora meus assuntos pessoais e profissionais estive bastante alienado do mundo, em diversos assuntos, entre eles a política, as tragédias e a reforma lingüística. Sobre o último, realmente n o sei nada. E também n o acho nada. Acho que a língua deve evoluir e eu, ultimamente, tenho preferido me adaptar s proposiç es. Só acho que podem dificultar um pouco o trabalho, simplificando demais a grafia. Teremos que agir como outros povos em que sua linguagem tem palavras onde a escrita é a mesma, mas a pronúncia diferente. Um saco. Mas agora que voltei a escrever o assunto está pegando. Bom, voc s podem reparar que alguns posts abaixo est o sem os caracteres que levam acentos. Vou dar uma pesquisada. Se quiserem falar sobre isso usem os comentários. N o, n o estou usando Word. De repente, se as regas est o como est o me contando, ficará mais fácil de conciliar meu editor com a plataforma do blog. Affe. Escrito por Cacá Toledo às 22h03 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Alice, HBO X A Favorita Andei por aí falando horrores da minissérie "Alice", realizada pela HBO. Realmente foi boa. Uma iniciativa ótima, com atores em sua maioria jovens e desconhecidos do grande público. Uns melhores do que os outros. E também contava com grandes atores do teatro e da TV brasileira. Esses ótimos. Com quem conversei, sempre me falaram do trabalho de maneira apaixonada. Tivemos grandes cenas de sexo. Pelo menos uma cena quente por episódio, segundo uma atriz, exig ncia da HBO. Vimos a dramaturgia tratar S o Paulo como personagem principal, o País das Maravilhas. Eu me identifiquei cada dia com um personagem, me liguei em todos. Os atores n o paravam de aparecer na tv a cabo e a produç o do Marcelo D2 usou todo mundo mais as locaç es para produzir um clip. Mas n o posso deixar de me retratar a alguns e admitir que um episódio era melhor que o outro, s vezes de longe e que a série deixou um pouco a desejar no final. De acontecimento bacana a uma trama amarrada ao argumento leve de um barrac o com um ringue de luta livre, a série foi perdendo a atenç o do espectador no quesito interesse. E como a Globo sempre renasce, s vezes das cinzas, parece que o que tá pegando agora é "A Favorita". As pessoas tratam o nome da novela realmente por sua personagem favorita. Um amigo meu me disse "- A Flora tá o bicho!". Quando ando montado de Odilon Alleyona pelo centro de S o Paulo para a gravaç o de pautas para a TV, alguns passantes gritam "- Olha a Donatela!!!". Escrito por Cacá Toledo às 21h41 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] A consequência do hábito de ler no banheiro Nunca percebi quando pequeno o motivo que leva os adultos ao hábito de ler no banheiro. Me lembro dos tempos de criança quando esses mesmos seres crescidos tinham em suas casas revistas dos mais variados assuntos nas revisteiras posicionadas no toalete e até de alguns deles divulgando a hora t o esperada com um sorriso maroto e um fascículo na m o. O tempo foi passando e passando. Na minha casa, a leitura sempre foi um hábito muito particular. Minha m e sempre leu muito, mas para isso sempre preferiu momentos de reclus o em seu quarto ou os momentos antes de dormir. Minha irm mais velha sempre leu por motivos de estudo e depois percebi que herdou o hábito de nossa m e de ler na cama. Meu pai nunca gostou muito de ler e se me lembro bem o próprio ato da leitura lhe causa dor de cabeça. Minha irm mais nova herdou seus distúrbios de atenç o. Em nossa casa, no interior de S o Paulo, sempre convivemos a maior parte do tempo entre os cinco membros básicos da família, meus pais, minhas duas irm s e eu. Acho que como eu era o único filho homem e criança, a famosa leitura no banheiro n o me pegou t o cedo, acho que por herdar o bom senso de minha m e que apesar de sua origem humilde sempre se esforçou para tornar-se culta, educada e higi nica, passando essa impress o como princípio a seus filhos. Bom, passa-se o tempo e esse que vos escreve chega um dia universidade. Como aconteceu comigo e com a maioria dos com quem convivi por esses tempos, fui morar fora de casa pela primeira vez. Primeira e última. Nunca mais voltei. Mas o importante mesmo é que percebo que é nessa fase e nessa condiç o, vendida ao homem moderno que é onde devem amadurecer seus princípios pessoais, sociais e morais através do contato com outras pessoas em um processo de formaç o baseado em grandes teorias que o indivíduo começa a ter crises de exibicionismo e opta, por um momento que talvez nunca termine, por expor o animal que carrega dentro de si. Sim, nesse período muita coisa acontece. As mulheres exercem sua sensualidade muito mais descaradamente, quebram seus padr es de beleza aprendidos em casa, rebelam-se, atacam os meninos e somam suas conquistas. Os homens, mais idiotas, alguns dos quais nunca tiveram ou jamais ter o nenhum padr o de beleza e, obviamente, mais atrasados que o sexo feminino em termos de evoluç o, partem para o grotesco. Passam a exercer com liberdade sua tend ncia adolescente para peidar e arrotar em público, falar palavr es e trocadilhos de ordem sexual. N o raros s o comidos pelas rivais femininas e depois contam vantagem. Ambos os sexos se jogam nas bebidas e drogas, assumem o prazer de ficar muito loucos e essas manifestaç es v o arrastando suas vidas. N o sei voc s, mas onde estive era assim e é bom que se diga que estudei em um curso de artes. Nesse contexto da mais absoluta finesse recém adulta eis que ressurge o nosso tema, o bom e velho costume de ler revistas, jornais e palavras cruzadas no banheiro e pior... muitas vezes acompanhado de um cigarro, sem o qual, muitos vir o a afirmar mais tarde que n o conseguem efetivar suas necessidades fisiológicas, chamando-o pelo carinhoso apelido de "digestivo". Mas nesse ponto notamos onde o hábito pode começar: com a leitura de material pornográfico. Sim, me lembro que as primeiras vezes em que estive trancado em um banheiro na intenç o de ler alguma coisa, sempre era uma revista encontrada em algum mocó de marido adulto e aí tenho uma descoberta: o banheiro como lugar seguro. O único ambiente em imóvel coletivo que realmente nos traz privacidade. No banheiro é onde podemos soltar a voz, realizar trejeitos, coreografias, bater punhetas, ler assuntos proibidos, sentir seu próprio cheiro, ficar nu, observar seu corpo, se conhecer realmente em uma intimidade pessoal e ser exatamente o que se é. Ainda na universidade convivi com um amigo de coraç o e colega de estudos que levou este hábito além dos limites. Sim, e digo isso me referindo n o só ao campo da ci ncia, mas também da estética. Em certa feita, montamos uma peça, adaptaç o coletiva de uma história infantil para uma vers o adulta, roteirizada e dirigida por ele, onde um diretor teatral, oprimido por suas inquietaç es artísticas e press es mercadológicas encontra no banheiro seu refúgio supremo. A mim coube interpretar tal personagem, que tinha duas grandes cenas solo de forte teor emocional durante o espetáculo. Como um representante da espécie ainda n o sei dizer se os atores levam dados de sua vida pessoal para o personagem ou se, ao contrário, adquire características desses e as transporta para sua vida pessoal. Mas o fato é que, dessa vez, a privacidade do banheiro se tornou consciente para mim e passei a exerc -la. Com as desculpas mais esfarrapadas, porém, sempre com um pretexto. Recorremos ao abrigo do banheiro em muitas situaç es. Em festas, para ficar com as garotas em particular, n o raro recorre-se aos banheiros. Quando a mesma festa se torna entediante, grupos secretos ou cavaleiros solitários podem ser vistos entrando em um banheiro para dar um teco. As meninas tem mania de ir ao banheiro em duplas, para ausentarem-se das conversas e trocar segredinhos. N o é raro sabermos de mulheres que choram em banheiros. Assim, para ter privacidade na casa de meus pais por pequenos momentos passei a ler no banheiro. Mas n o revistas e sim romances, passando s vezes um bom tempo lendo sentado na privada com a porta trancada. Tempo suficiente para ter os joelhos doloridos e esbranquiçados pelo apoio dos cotovelos. Esses momentos foram se estendendo para as repúblicas onde eu morava e mais tarde para as casa onde por vezes resolvi morar com uma namorada que adquiria qualidades de esposa. O fato é que desde ent o isso ficou assim. No aconchego do banheiro li inúmeros livros, alguns inteiramente lidos ali, aos capítulos, n o importava o seu tamanho ou tema. Devo apontar aqui, para que percebam o tamanho da excentricidade, o meu maior projeto até agora e adiado por enquanto. Dentro uma pretens o de ler os principais clássicos da literatura ou da humanidade me lancei ao projeto de ler a Bíblia inteira em meu momentos de "solid o". Levei um ano para concluir o Antigo Testamento. Sentado em diferentes poltronas, ao longo desse tempo vi desfilar por meus olhos e esgoto abaixo toda a linhagem de Ad o e Eva, passando pela Arca de Noé, pelos filhos todos de Jacó, por toda a peregrinaç o de Moisés, pela fé sem tamanho de Jó e pelos Salmos furiosos ou cheios de lágrimas do rei Davi. Estou a um ano parado com isso, mas relembrando agora, vou retomar. O engraçado é que acabei transformando esse tratado em um livro de privada, em vez de cabeceira. Com todo respeito, uma vez que n o herdei o costume de ler na cama. Paro um momento o desenvolvimento dessa divagaç o para fazer a revelaç o-motivo desse post. Há um fato ocorrido em 2008 que mudaria para sempre o destino de nosso blog: a aquisiç o por parte de nossa redaç o de um lap top. Sim, caros leitores, e explico porqu : n o é nenhuma surpresa depois da leitura dos parágrafos acima de que eu tenha em meu banheiro uma série de revistas e publicaç es destinadas s visitas que freqüentam minha casa. Sim, para as visitas. Mas isso n o tem nada demais. O que ninguém percebe é que esse material está colocado sobre uma cadeira. Obviamente, essa cadeira serve para que eu possa apoiar meus próprios livros, terminando assim com o apoio insuportável nos joelhos e ajudando em uma postura melhor durante o ato da leitura. Até aí nada de mais. O que conta mesmo é que em um momento onde resolvi botar o lap para rolar um som durante o banho percebi que a cadeira situada frente privada era uma ótima escrivaninha para minha nova máquina de escrever. Como diria o Machado: - Sim, leitores, é daqui que vos escrevo. Saiba, pois, que a partir desse dia, alguns dos textos que ler o estar o saindo direto de minha privada. Quanto a este, n o tenham dúvida. Gostosa sensaç o: depois de anos consumindo e evacuando ao mesmo tempo em uma operaç o redundante, dessa vez, pela primeira, parece que finalmente estou pondo tudo pra fora. Me sinto até mais leve. Um ótimo 2009 a todos. Escrito por Cacá Toledo às 20h50 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Odilon Alleyona na TV Muito louco, mas agora eu tenho um quadro na TV. Odilon Alleyona, meu personagem hype pop trash e apresentador do Drink com as Estrelas ganhou um quadro dentro do programa BROTHERS!, da REDETV!. A atração, semanal, é apresentada pelos irmãos Supla e João Suplicy e vai ao ar aos sábados s 18:00h. Hoje, dia 01, vai ao ar sua segunda participaç o: uma entrevista com o estilista Ronaldo Ésper, dentro de um cemitério de Osasco. O cara saiu de um caix o e tudo. Quem ficar a fim, confira. Muito louco esse lance de TV, vamos ver no que vai dar. Muito louco também que aqui em S o Paulo todo mundo associa automaticamente a Alleyona com a Leona Cavalli, (cujo nome verdadeiro é exatamente Alleyona). Querem saber qual o motivo e o que eu quis dizer com isso. Mas será que botei esse nome por causa dela? Escrito por Cacá Toledo às 03h23 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Alice Estou impressionado com a minissérie “Alice”, da HBO. Uma sacada incrível situar a personagem central como uma migrante no “País das Maravilhas”, a cidade de São Paulo. A qualidade é ótima, o som, a direção geral, o elenco de jovens atores, menos o que faz o Téo.
Às vezes me identifico com a própria Alice, as vezes com seus amigos, mas sinto que sou todos eles, um de cada vez. A dramaturgia também é bem boa. A condução da história nos prende a cada episódio. Há um destaque para os textos de Alice ditos em off, como “Continuo dura, mas aprendi a subir no salto. “, ou “Sinto muitas saudades, mas aqui não dá tempo pra pensar nisso”.
Também rola muita transa, transa a funcionária, a patroa, transa a tia. Será que Andréia chova na minha horta? Hoje tem, passa aos domingos às 22:00h na HBO e reprisa à 01:00h. Durante a semana também passa. Ouvi dizer que já estão pensando em uma segunda temporada. Senhor diretor, dá um toque, quero fazer! Escrito por Cacá Toledo às 00h47 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Telenovela colombiana quebra tabu da cocaína 18/09/2008 - 14h42
Por Hugh Bronstein BOGOTÁ (Reuters) - Os colombianos não gostam que pessoas de fora descrevam seu país como terra da cocaína, mas isso não impede que uma novela local faça sucesso contando a história de seus narcotraficantes multibilionários. Traições, assassinatos e vontade de enriquecer rápido podem não ser motivo de orgulho nacional, mas garantem um assunto fascinante para a TV na novela "Cartel de los Sapos" (Cartel dos Dedos-Duros), sobre o poderoso cartel Norte del Valle. A novela conta a história de como esse cartel passou à frente dos antes poderosos cartéis de Medellin e Cali e é a primeira a girar em torno dos comandantes do tráfico na Colômbia, suas namoradas siliconadas, seus pistoleiros violentos e os políticos e policiais corruptos que permitem que corra solto o maior comércio de cocaína do mundo. A novela, que é líder de audiência no país, passa um clima de saudosismo em relação aos primórdios do tráfico e da explosão de riqueza que garantiu a colombianos dispostos a usar o crime para escapar da rígida estrutura de classes do país e do beco sem saída de sua economia oficial. "A gente se identifica com a história", disse a garçonete Diana Ramirez, 24 anos, de Cali. "Ela é feia e violenta, mas tem seu charme." A novela contextualiza os personagens violentos dos anos 1980 e 1990 e mostra como os cartéis corromperam a sociedade colombiana, tema que até agora era tabu na mídia popular. Ela mostra, corretamente, que muitos dos fundadores do cartel Norte del Valle são ex-policiais. Os nomes dos personagens reais são mudados, e muitos espectadores se divertem tentando identificar quais dos personagens da novela são baseados em criminosos da vida real e seus associados, como uma top model cujo marido traficante foi esquartejado por uma quadrilha rival. A novela estreou em junho, dias antes de as Nações Unidas relatarem que o plantio da coca na Colômbia teve um aumento de 27 por cento em 2007. Fonte: UOL. Dica da Carola. Escrito por Cacá Toledo às 17h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Entrevista para o Projeto Letras em Cena e novos vídeos para a internet Apesar da ausência de postagens nesse blog, durante esse período produzi algum conteúdo para a internet. Respondi, tempos atrás, a uma entrevista para o site do Projeto Letras em Cena, falando sobre teatro e a cena cultural de São Paulo. Quem estiver a fim pode conferi-la no link: http://www.letrasemcena.art.br/entrevistas_caca.asp Também produzi mais alguns vídeos do programa Drink com as Estrelas, do canal do Youtube DRINK TV. Quem ainda não conferiu, pode ver as participações de Paulo César Peréio, Berlam Belozo, Pedrão do Grease, Graziela Pancheri, Tatá Aeroplano, Renato Godá, air guitar com Ulisses e Campeonato de Bambolê, além das fantásticas listas de reprodução e vídeos indicados. O MYSPACE do programa também continua bombando com novas bandas, Djs e pessoas bacanas em seu grupo de amigos. Escrito por Cacá Toledo às 00h50 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] “Que diabo tem o pobre pra gostar tanto de assobiar?” Heitor, em Baixio das Bestas, de Cláudio Assis Escrito por Cacá Toledo às 00h47 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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